O esplendor de Portugal
Fotografia de Pedro Azevedo/Sojormedia
"Eu nem preciso de ir ao gabinete, basta o telemóvel: hoje temos net, computador, emails, não, nem preciso de ir lá". A frase dita fora da sala do congresso por um delegado com pouco mais de 30 anos, cabelo com gel, é também o retrato de um PS satisfeito, abastado, com muitos meios e muitos lugares para distribuir. É preciso voltar a levantar o esplendor de Portugal, discursa Jaime Gama no interior da nave central do pavilhão desportivo de Anta, em Espinho. De resto, este congresso do PS, para além das "campanhas negras" e da diabolização de "alguma" comunicação social, atacada por José Sócrates com violência inaudita, tem sido uma sensaboria, um início sonolento das próximas campanhas eleitorais, contando com pouco mais que a chama pragmática do poder. "Foram eles - Guterres e Sócrates - que lançaram a A23!", celebra um delegado de Trancoso.











