Jardim mandou dizer aos jornalistas que "o acordo é duro mas exequível" e que "vai ser uma corrida de obstáculos. Daqui a quatro anos, vamos ver se é a República que ganha ou a Madeira". A imagem da corrida de obstáculos não deixa de ter alguma correspondência com a realidade. O problema é que o maior obstáculo de Jardim é o próprio Jardim. Convém que a Madeira não tropece antes da meta.