Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Em vez de evoluir de 1976 para 2010, o PS regrediu de 1976 para 1966. É por isso que o PS – a par do BE e do PCP - ainda recusa dar liberdade às famílias na escolha da escola para as crianças. É por isso que o PS - a par do PCP e BE - continua a defender os jurássicos “direitos adquiridos”, essa entidade mística que vira o país para o passado e não para o futuro.

 

Henrique Raposo



Paulo Pinto Mascarenhas
07 Jan 10 | link do post | comentar

2 comentários:
De Vera Santana a 7 de Janeiro de 2010 às 20:34
Caro Paulo Pinto Mascarenhas,

O PS tem defendido alguns direitos adquiridos. Um mínimo de direitos adquiridos como, por ex., o direito a uma saúde pública e praticamente gratuita para todos. Sabe o que é ter 80 anos, uma pequena pensão (do marido) e gastar 1/3 da pensão na farmácia? Há muitas pessoas nessas circunstâncias. Porque as mulheres , dantes, pouco estudavam, casavam-se e ficavam em casa.

Os "direitos adquiridos" por funcionários públicos, mesmo com mais de 30 anos de "serviço" foram à viola. Conclusão: quem se reformou antes de 2005 foi com uma bela de uma reforma, para casa, e frequentemente com 50 e poucos anos. Quem se reformar depois . . . leva pela tabela geral, logo perde direitos. Até certo ponto, tenho de concordar com a necessidade de uma perda relativa de direitos adquiridos.

Cumprimentos,

Vera Santana


De Eduardo F. a 7 de Janeiro de 2010 às 22:48
Texto a ler (e a reter), o de Henrique Raposo.

Com também PPM assinalou, é absolutamente estarrecedor que o PS permita que se mantenha intocável o princípio da não possibilidade de escolha da escola pública.

Claro que todos sabemos que este "princípio" é torneado de múltiplas maneiras pelos mais pais mais informados ou, simplesmente, com maior imaginação para "tornear" as dificuldades administrativas.

Temos assim que o Ministério da Educação consegue fazer a proeza, de tornar os vulgares cidadãos, que apenas pretendem escolher entre as escola "A" e "B", a bem da educação dos seus filhos, em protagonistas de fraudes. O Ministério da Saúde também é muito bom na respectiva matéria ( na escolha do centro de saúde e médico de família).

Típico de um regime socialista. No tempo do Muro.


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