Vital Moreira é tão estrito no que respeita à sua teorização da responsabilidade política que inclui factos da vida particular e anteriores ao desempenho de funções governativas, duas circunstâncias que já teriam liquidado José Sócrates há muito tempo. Eu nem sou tão exigente como ele. Não creio por exemplo que um primeiro-ministro devesse ser demitido por "fraude académica". É assunto a discutir.
Esqueci-me ainda de referir que todos estes factos no "affair" da Universidade Moderna em 2002 vieram a público em sucessivas violações do segredo de justiça. Na altura não me lembro que tivessem protestado.