Sábado, 21 de Novembro de 2009

Lia com irregularidade o blogue Tomar Partido e não conheci Jorge Ferreira. Registo a sua morte - a de um homem novo, com 48 anos - através das palavras de João Gonçalves, Diogo Belford Henriques  e Pedro Pestana Bastos. Impressiona-me como a sua vida fica agora também eternizada através da internet.



Paulo Pinto Mascarenhas
21 Nov 09 | link do post | comentar

3 comentários:
De Vasco Rosa a 21 de Novembro de 2009 às 19:09
Conheci-o quando publiquei na editora Cosmos uma edição comentada e anotada por ele e Manuel Monteiro do Tratado de Maastricht.

Tivemos duas ou três reuniões, e um lançamento na Torre de Belém, lugar que escolheram com evidente simbolismo.

Notei-lhe uma grande determinação — e urgência, quem sabe o prenúncio e aviso duma vida breve.

Espero que o Parlamento não deixe de lhe prestar honrosa homenagem na segunda-feira. Democracia não é apenas casamento gay e outras aldrabices.



De Daniel Santos a 21 de Novembro de 2009 às 21:12
Lia todos os dias.


De Mastoideu a 21 de Novembro de 2009 às 21:47
Impressionante mesmo como postou abundantemente no seu blogue até à ante-véspera do falecimento. Que fibra!

E, permita-se que o diga, sempre o achei muito melhor que aquele de quem foi braço direito.

Que descanse. Em paz.


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