Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

 

 

Se eu fosse parvo como a Maitê Proença diria que os brasileiros, ao contrário dos portugueses, não cospem, matam.



Paulo Pinto Mascarenhas
13 Out 09 | link do post | comentar

18 comentários:
De Mastoideu a 13 de Outubro de 2009 às 15:24
O problema dela foi não ter travado conhecimento com o Zezé Camarinha.


De Luis Melo a 13 de Outubro de 2009 às 17:52
Estão a fazer uma tempestade de um copo de água. Quantos de nós tugas, gozam (termo português) com os brasileiros?


De Tiago Mouta a 16 de Outubro de 2009 às 15:57
Caro Luis Melo

Arrisco-me a afirmar, que muitos mais Portugueses gozam (expressão brasileira!), com brasileiras...


De Luis Melo a 16 de Outubro de 2009 às 17:22
Lolololololol

Caro Tiago,

Não tenho dúvidas nenhumas disso. Em território nacional e em território brasileiro.


De João Manuel Vicente a 13 de Outubro de 2009 às 18:20
Discordo do que em geral tem sido dito sobre o tal video da Maitê Proença. E porquê?

Antes de mais porque não me parece que devamos ficar sinceramente ofendidos com o tom jocoso e ligeiro que consta do pequeno filme.

Por muito graves que fossem as "desconsiderações" (e não me parece que o sejam), nada me faz concluir que seja algo mais que uma reportagem meramente lúdica e feita num tom sem qualquer animus offendendi, desde logo se se conhecer o programa "Saia justa" em que esse tom é costumeiro em relação a todo e qualquer tema e não, pois, especificamente ou mais marcadamente, relativamente ao nosso país.

Por outro lado, muito do que ali é dito é, e infelizmente o penso e digo, verdade: não "elegemos" "nós" Salazar como a personagem maior dos nove (!) séculos portugueses?; aquele enfoque no número "3" que foi invertidamente afixado num contexto em que se denota que houve toda a concentração e atenção à caixilharia e, designadamente, aos parafusos tão rigorosamente centrados não ilustra ou não parece ilustrar muito do que nós em geral somos, atentos tantas vezes e até perfeccionistas com o acessório e o incidental e negligentes e descuidados com o que seria o principal?; ou, na mesma linha, aquele episódio com o empregado do hotel - de 5 estrelas, realce-se - que, chamado a ultrapassar um qualquer problema informático e que, não o conseguindo fazer, chama o porteiro (que se limita a franquear o acesso e em geral apenas dá o primeiro acolhimento aos hóspedes) a fim de este por sua vez "tentar a sua sorte" não será igualmente ilustrativo da nossa vocação irresistível para o desenrrascanço e para o improviso, para mais em situações em que se exigiria que não houvesse qualquer amadorismo (relembro, é um hotel de 5 estrelas)?

Por outro lado ainda, são destacados no programa, embora simetricamente de uma forma meramente alusiva, dados que julgo não seriam em caso algum salientados no que fosse um programa "hostil" a Portugal.

Com efeito, alude-se ao monumento aos Descobrimentos (e não ao achamento...), filma-se nos Jerónimos, alude-se a Pessoa, a Camões e a Vasco da Gama, mencionam-se os pastéis e incorpora-se na filmagem uma explicação (factual, interessante e provavelmente desconhecida de muitos brasileiros... e de muitos portugueses!) quanto à razão da utilização das gemas e das claras dos ovos nos Conventos.

Por fim, não julgo que a última cena represente a Maitê Proença a cuspir no solo que a recebeu; tão somente e muito sinceramente creio - e penso que isso resulta claramente da sequência das imagens - que ela tenta apenas, num tom obviamente ligeiro e lúdico, imitar o que a estátua representa e nada mais que isso.

Independentemente de tudo isto que aqui escrevo - e, pois, mesmo que tivesse acaso havido uma intenção de desconsideração por parte da referida actriz -, penso que isso valeria o que vale. Ou seja, a uma brincadeira, se porventura pesada e "sem graça" (o que não me parece aqui o caso), dever-se-ia somente reciprocar por igual e não esperar uma qualquer retaliação de qualquer outra natureza.

Mas naturalmente respeito opinião contrária ou diferente da minha.



De Jonasnuts a 14 de Outubro de 2009 às 12:35
Finalmente, uma reacção com pés e cabeça que só peca pela sua necessidade.

O João escreveu aquilo que não deveria ser preciso escrever, por ser óbvio.

:)


De Paulo Pinto Mascarenhas a 14 de Outubro de 2009 às 12:40
Eu não fiquei ofendido, João, só acho que ela é parva - uma impressão que já tinha e ficou confirmada com o vídeo em questão.


De condessa.x a 15 de Outubro de 2009 às 01:58
Concordo em absoluto.


De josé torres a 13 de Outubro de 2009 às 18:33
Coloquei-me ao mesmo nível dela, mas não pude deixar de lhe expressar a minha gratidão.
Da página dela, extraí o e-mail e envie-lhe este texto
"E-MAIL PARA MAITÊ PROENÇA

Por que todos os brasileiros são estúpidos?
Eu tenho a resposta.
Há muitos anos (quinhentos, será?), uns portugueses chegaram a um território onde só existiam selvagens.
As selvagens foram fodidas pelos valentes marinheiros e colonizadores, de tal modo que, como não chegavam para todos, "importaram" africanas.
Dessa amálgama de fodas , nasceram, pretos, brancos, mestiços, amarelos enfim ... toda uma cambada de filhos da puta.
É por isso que quando qualquer brasileira vem a Portugal, procura a sua árvore genealógica.
Tem uma surpresa, por essa árvore termina ou começa nos colhões dos nossos (portugueses) antepassados.

Por isso não ouvi as besteiras que uma alarve qualquer, que se arvora em vedeta, vomitou no programa Saia Justa.

Não tem como modificar o passado.
Tem sempre os tomates dos portugueses como ponto de partida.

Vá dizendo mal deste povo, que foi o que fez sua mãe e ela abortou uma abantesma que não possui um espelho para se mirar.

Infelizmente você nem uma popozuda chega a ser, para ser admirada só fisicamente, que moralmente não passa de uma merdeira.

Passe bem e diga só mal dos seus antepassados.
Não venha conspurcar os nossos banheiros com essa língua."


De Gândavo a 14 de Outubro de 2009 às 15:05
Que javardice!


De Daniel Santos a 13 de Outubro de 2009 às 21:52
Grande resposta, assino por baixo.


De F a 13 de Outubro de 2009 às 21:55
P**a que a pariu!


De MJP a 13 de Outubro de 2009 às 23:35
Não contraponho exemplos dos brasileiros. Não é a comparação que faz com que tudo aquilo não seja verdade e isso é triste.
Mesmo que os brasileiros matem, os ucranianos sejam bêbados ou os franceses ordinários,... nós somos aquilo que se viu. É isso que é preciso mudar e disfarçar não ajuda.


De baudolino a 14 de Outubro de 2009 às 00:37
reacções completamente epidérmicas, que exagero!


De Amêijoa Fresca a 14 de Outubro de 2009 às 09:59
A sabedoria aloirada
com sotaque brasileiro,
numa conversa marada
de conteúdo foleiro.

Tanta estupidez natural
roçando a anormalidade,
de um saber miniatural
fedendo a imbecilidade.


De zbrix a 14 de Outubro de 2009 às 19:38
Estou de acordo aque toda a gente tenha a sua opinião.
Mas também estou de acordo que quem anda à chuva molha-se. E a bimba da brazuca pôs-se à chuva.
Eu acho que nós portugueses por vezes somos (tentamos se muito cerebrais) e deixamos a emoção de lado.
Mas que raio, a bimba disse mal de Portugal e dos portugueses, portanto acho que temos o direito e, se calhar, o dever de a atazanar.
Temos de ser mais exigentes na defesa do que é nosso. Se ela tem o direito de dizer o que disse, também temos o direito de dizer o que pensamos dela. Ou não é?
Ela se tivesse ofendido outros países se calhar até ameaças de morte já teria.
Não dou grande importância ao que ela disse, mas acho que só a atitude de chica-esperta já merece uns bons insultos de nós portugueses. Acho que ela não deve ganhar tão pouco quanto isso para dizer estas asneiras e idiotices, portanto não podemos deixar que o dinheiro lhe seja assim tão fácil de ganhar.


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